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  • Foto do escritor: Quem leu? Mamãe!
    Quem leu? Mamãe!
  • 20 de jul. de 2023
  • 2 min de leitura

Queridas amigas,

Hoje, dia 20 de julho é o dia do amigo e resolvi passar aqui pra escrever uma carta sobre esse dia.

E sim, hoje é um daqueles momentos em que podemos refletir sobre a importância das amizades em nossas vidas e como elas influenciam nossa jornada como mães e mulheres.


Ser mãe é uma das experiências mais incríveis que podemos vivenciar, mas também é uma jornada repleta de desafios e momentos de reflexão, além da solidão, sim, muitas vezes nos sentimos sozinhas. É nesses momentos que a amizade se revela como uma dádiva preciosa. Ela nos envolve com um abraço caloroso quando nos sentimos perdidos, nos apoia quando estamos cansados ​​e nos fortalece quando enfrentamos as adversidades da maternidade. Mas também é quando a maternidade chega que uma régua nos separa dos "amigos" e amigos de verdade, infelizmente muita gente se afasta ou simplesmente vai embora. Muitos outros chegam também, não podemos negar.

Nossos amigos, tanto de longa data quanto os novos, compreendem (ou tentam) nossas angústias e alegrias, pois em sua grande maioria, as novas amigas, também são mães que enfrentam os mesmos dilemas e descobertas. Elas nos escutam sem julgamentos e nos encorajam a seguir em frente, mesmo quando tudo parece difícil.

Hoje, espero que possamos agradecer a todas os amigos que temos ao nosso lado, especialmente mães que planejaram a jornada da maternidade conosco. Vocês são como um suporte essencial em nossa vida, e suas amizades tornam a caminhada materna mais colorida e menos solitária.

Nossas amizades nos ensinam a empatia, a paciência e a importância do cuidar e cultivar. Elas são um exemplo para nossos filhos, mostrando-lhes o poder da amizade e como é maravilhoso ter pessoas queridas em nossas vidas.

Mães e amigas, lembrem-se também da importância de serem amigas de vocês mesmas. A maternidade exige muito de nós, mas também é fundamental cuidarmos de nosso bem-estar emocional e físico. Dediquem um tempo para si, cultivem hobbies, pratiquem o autocuidado e lembrem-se de que, para cuidar bem de nossos filhos, precisamos estar bem também.

Neste dia, celebramos todos os amigos que estão conosco, seja fisicamente ou em nossos corações.

E não se esqueça, se precisar de uma amiga, estou aqui!


Com carinho,

Thais Abreu.

 
 
 
  • Foto do escritor: Quem leu? Mamãe!
    Quem leu? Mamãe!
  • 4 de jul. de 2023
  • 2 min de leitura

Atualizado: 8 de ago. de 2023


Querida mãe,

Esse é um tema que tenho certeza de que muitas mães enfrentam: a culpa materna. É algo que me acompanhou ao longo dos anos e tenho certeza de que outras mães também.


A maternidade é uma jornada de amor incondicional, repleta de momentos preciosos, mas também repleta de desafios e dúvidas. Às vezes, somos consumidas pela culpa, questionando constantemente se estamos fazendo o suficiente pelos nossos filhos. Nos culpamos por pequenos erros, por não estarmos à altura de um ideal imaginado.

No entanto, é importante lembrar que todas nós fazemos o nosso melhor. Criar uma criança é uma tarefa complexa, cheia de altos e baixos, bota alto e baixo nisso, tem até uns loopings.

Desde o momento em que nossos filhos nascem, nos empenhamos em sermos as melhores mães que podemos ser. Mas é crucial entender que a perfeição não é possível, e isso não faz nos menos dignas ou amorosas.

A sociedade muitas vezes nos pressiona para s


ermos mães perfeitas, mas precisamos nos lembrar de que somos seres humanos. Cometemos erros, enfrentamos momentos de dúvida e estamos sempre aprendendo ao longo do caminho. Não devemos nos culpar por isso. Em vez disso, devemos nos permitir sermos gentis, lembrando que estamos dando o nosso melhor em cada decisão que tomamos.

Quando sentirmos a culpa materna se aproximar, vamos nos lembrar de que não somos as únicas a enfrentá-la. Muitas mães guardam os mesmos sentimentos, lutando com suas próprias batalhas internas. Vamos nos apoiar, com


partilhar nossas histórias e lembrar umas às outras que não estamos sozinhas.

Desejo que vocês tenham em mente que vocês são incríveis! Vocês dão amor incondicional, ensinam, apoiam e guiam seus filhos da melhor maneira que sabem e até mesmo de maneiras que descobrimos ao longo da caminhada. Vocês são um exemplo de força, perseverança e dedicação. Saibam que nós estamos fazendo um trabalho maravilhoso, mesmo quando não conseguimos entender isso.

Que possamos abraçar a imperfeição, aceitar nossos limites e celebrar nossos esforços. Porque, afinal, ser uma mãe amorosa é um presente para nossos filhos, independentemente das nossas próprias angústias ou erros.


Com amor,

Thais Abreu.


 
 
 
  • Foto do escritor: Quem leu? Mamãe!
    Quem leu? Mamãe!
  • 20 de jun. de 2023
  • 2 min de leitura

No final de semana que se passou precisamos de atendimento médico para o nosso filho, o Henrique.

Como estamos sem plano de saúde corremos para a UPA em busca de atendimento, era por volta de 23:47 quando chegamos por lá.

Na pediatria não haviam crianças esperando para serem atendidas, a sala de espera estava vazia, então de cara nós ficamos aliviados, pois a dor do nosso filho (que esta chorando devido a dor de ouvido e garganta) seria rapidamente avaliada e teria uma indicação de tratamento.

Mera ilusão, a primeira análise foi realizada, a ficha foi preenchida, porém esperamos por quase 1 hora na sala de espera vazia. Nesse meio tempo me senti super irritada e incomodada, mas ainda assim fui gentil ao me dirigir a recepção para perguntar sobre o médico. O recepcionista se fez de espantando me dizendo "oh, o doutor não desceu ainda?", mas enfim.

Quando finalmente fomos atendidos, nos deparamos com um médico totalmente acelerado, com pressa, fala rápida, mal nos ouvia, mal atendeu o nosso filho, pasmem, mesmo eu tendo indicado que a nossa ida ao PS tinha sido em decorrência de uma dor de ouvido advinha o que ele não examinou? Exatamente o ouvido, eu tive que pedir pra que ele o fizesse.

Enquanto nosso atendimento era realizado por um médico que já não estava tão focado no que deveria fazer, fomos interrompidos por uma funcionária que se quer nos pediu licença e simplesmente seguiu tentando resolver seu problema com o médico que nos atendia.

Pós atendimento aguardamos para que a medicação fosse administrada, nosso filho iria tomar uma tão indesejada injeção e ao invés de ser um processo rápido (porque tranquilo já era esperado que não fosse) não foi, as enfermeiras conversavam entre si, sem dar o mínimo de atenção aos pacientes, desfilavam para lá e para cá com a injeção na mão enquanto meu filho se desesperava.

O que eu tiro de tudo isso? Que aquela frase de "tal profissão por amor" já se foi, as pessoas estão cada vez menos "humanas", não se importam e eu sinceramente não entendo o motivo.

Qual a razão de dedicar tempo e dinheiro para cursar algo ao qual você não irá de fato fazer com todo vigor? Ainda mais numa profissão onde você PRECISA estar atento, ouvir e se importar com a VIDA.

Como mãe me senti impotente, fraca, pudera eu resolver todos os problemas dos meus filhos sem necessitar de auxílio externo, ainda mais desse tipo de auxílio, que sonho seria.

Espero que um dia a "humanidade" volte, embora esteja difícil de acreditar.


 
 
 
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